Entrevista com Ricardo Alexandre – Comunidade Chagas de Amor (Santo André – SP)

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Comunicação Pio X -Qual a diferença de estar em Campina Grande pela segunda vez, pregando para públicos diferentes, antes cenáculo para jovens e agora em cenáculo de cura e libertação?

Ricardo Alexandre – A diferença principal é na pedagogia, na forma de transmitir a palavra. O jovem requer mais a dinâmica, ele requer você passar a confiança para ele. O encontro Livre de Toda Maldição é um encontro que as pessoas vêm buscar a cura, então é um povo de oração mais fervorosa, já acostumados com retiros, missas de cura e libertação, grupos de oração. É um grupo carismático, e no meio dos jovens não deixam de ser fervorosos, mas com desafios de estar vindo pela primeira vez, que sempre requer algo mais do pregador, requer que chame mais atenção para se ter mais confiança.

 

 

Comunicação Pio X – Qual o conselho a dar aos católicos fervorosos na fé que  já vivem em prática espiritual muito forte e participam  de um encontro com tema: livres de toda maldição, fazem oração de quebra de maldição e ainda passam por algumas sequelas de maldição na família?

Ricardo Alexandre – Quando o Espírito Santo da o diagnóstico de uma revelação, a maldição de jugo hereditário, é preciso que se continue rezando pela quebra de maldição. É como pomada, é preciso passar a pomada enquanto não cicatrizar. Então a nova revelação tem que ser perseverante, enquanto aquele mal ainda não for eliminado e destruído. Agora com mais facilidade, porque Deus os revelou o porquê daquela maldição.  É necessária a oração constante e sem cessar, vencendo o combate espiritual que é constante. Como Jesus nos diz, e o apóstolo Paulo nos disse: Orai sem cessar.

 

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